A Defensoria Pública do Estado do Espírito Santo instaurou um procedimento administrativo, no último dia 29, para apurar a perda da gratuidade no transporte público para portadores de doenças crônicas e HIV/Aids, quando do deslocamento para tratamento. A Instituição estima que cerca de quatro mil pessoas serão prejudicadas.

De acordo com a Instituição, com a unificação dos transportes municipal e intermunicipal, o bilhete único, não há previsão da gratuidade. Atualmente, em Vitória, de acordo com a Lei 8.144/11, os portadores de doenças crônicas e HIV/Aids tem passe livre no transporte municipal, quando se deslocam para tratamento. Com a unificação, esse direito será prejudicado.